quarta-feira, 29 de maio de 2019

Ventou de novo em mim


Hoje fui a Lisboa,
Assim sem querer
Nem perguntar por que.

O vento me levou.
Estive no porto sozinho
Onde o mar fez caminho.

Passei pela praça moinho
Saudosa de um bem
Conhecido desatino.

Levou-me o vento a palácios.
Lá encontrei abraços
Muitos ainda em laços.

De rotunda saudade
É feita aquela herdade,
Há longa, perpétua idade.

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