Quando
venta, sou o vento,
passeando
por todo lugar,
indo
por aí a fora.
Sou
o meneio do mar,
brisa
que se demora.
Se
chover, sou a chuva,
levando
vida a cada ser,
numa
abundância sonora.
Sou
a fonte de prazer,
a
cascata que namora.
Anoitece,
e sou a noite,
amainando
o furor,
adormeço
toda dor.
De
manhã, sou açoite,
renovado
o eu vigor.
Sou
a vida a vidar,
lá,
aqui, acolá,
vivendo
em todo lugar.

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