Sei agora o que sou:
Não a imagem no espelho
Que minha vista distorce,
Mas outra eu
Que dentro dela contorce.
Sei agora o que sou:
Não o que os outros veem
Reflexo da entorse,
Mas outra eu
Que em si destorce.
Sei agora o que sou:
Não o que pensava de mim
Que a vaidade torce,
Mas outra eu
Que esta retorce.
Sigo esperando expelir,
Talvez na tosse,
Esta outra eu
Que de mim,
Enfim,
Tomará
Posse.
Gostei das escolhas dos "OCES"...
ResponderExcluirMuito grata!
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